[Saiu de Cena] Atriz e Palhaça é assassinada pela polícia

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FONTE – A atriz e produtora cultural Luana Carlana de Almeida Barbosa, de 24 anos, foi atingida por disparo de tiro no tórax ao passar por um bloqueio de trânsito realizado pela Polícia Militar em Presidente Prudente, na manhã desta sexta-feira (27). Ela era passageira de uma motocicleta que passava pela blitz. Luana completou aniversário ontem.

Segundo a PM, a vítima foi encaminhada ao pronto-socorro, depois de socorrida pela Unidade de Resgate do Corpo de Bombeiros, em estado grave. No entanto, ela não resistiu ao ferimento e morreu no hospital. O caso ocorreu por volta das 9h30.

Em sua página em uma rede social, consta que Luana é atriz e produtora da Federação Prudentina de Teatro e Artes Integradas e do Circo e Teatro de Rua “Os Mamatchas”.

Em sua última postagem, na quinta-feira (26), ela agradecia as mensagens de aniversário e convidava a todos para dar-lhe os parabéns pessoalmente nesta sexta-feira (27) durante um espetáculo e a festa junina da federação. O evento foi cancelado.

De acordo com o amigo da vítima, Tiago Munhoz, a família está em choque com a notícia sobre a morte de Luana.

Investigação

A Polícia Militar informou que ainda vai apurar os detalhes do caso e que as circunstâncias do disparo serão melhores esclarecidas. A corporação confirmou que o disparo que atingiu a passageira da moto partiu de um dos policiais que participavam da operação.

A corporação também explicou que o policial que efetuou o disparo foi autuado em flagrante delito e conduzido ao presídio militar Romão Gomes, em São Paulo (SP). Além disso, um inquérito policial militar também foi instaurado para apurar detalhadamente todas as circunstâncias e os motivos que envolveram o disparo.

Na mesma nota, a PM enfatizou que a vítima foi “imediatamente socorrida”, mas “lamentavelmente veio a falecer”.

O capitão Carlos Olivetti informou que o policial que atirou na jovem é um cabo, com 23 anos de serviços prestados à PM. No entanto, a corporação se recusou a divulgar o nome do envolvido. Segundo Olivetti, o inquérito policial militar tem um prazo inicial de 40 dias, que pode ser prorrogado por mais 20 dias, se houver necessidade.

A Polícia Civil também investiga o caso.

(Fotos de Luana Barbosa retiradas de seu Facebook)

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